quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Primeira Casa da Mulher Brasileira do País é inaugurada no MS

Publicado: 03/02/2015 08h16


Espaço oferece atendimento integrado e humanizado, com equipes psicossocial, delegacia, juizado, defensoria e promotoria

O complexo conta com todos os serviços especializados para atender a mulher vítima de violência, como delegacia, juizado, defensoria, promotoria, equipes psicossocial e de orientação para emprego e renda, além de brinquedoteca e área de convivência.

A ação faz parte do Programa Mulher Viver sem Violência, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR).

A presidenta afirmou que inauguração da Casa visa reforçar a autonomia da mulher.

"Eu quero destacar a primeira ação, o Bolsa Família – 93% da pessoas que recebem são mulheres, o que é importante para empoderar as mulheres mais pobres do nosso País. No caso das famílias de mais baixa renda, que é a maioria, temos até agora 89% das moradias tendo as mulheres como proprietárias, porque o Minha Casa, Minha Vida tem o objetivo de reforçar a estrutura familiar", ressaltou Dilma.


A Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande recebeu investimento de R$ 18,2 milhões do governo federal. Cerca de R$ 7,84 milhões foram para construção da Casa e o restante para custeio e aparelhamento para um período de 2 anos, que serão repassados para a prefeitura.

Hoje a Casa campo-grandense já possui 126 profissionais contratados, e a expectativa é chegar em 160. A estimativa é de que o espaço deve atender entre 200 e 250 pessoas por dia.

Para a secretária de Enfrentamento à Violência da SPM/PR, Aparecida Gonçalves, a Casa muda a estrutura do Estado brasileiro em relação ao atendimento à mulher, já que a vítima vai encontrar todos os serviços no mesmo espaço.

“Hoje a mulher vai à delegacia e fica quatro, cinco horas esperando. Aí até sair a medida protetiva, demora 48 horas. Depois ela tem que ir ao juizado, demora mais um dia. Depois na defensoria. Então, ela termina tirando cinco dias para poder cuidar disso. Na Casa, vai ser um dia só”, ressalta a secretária.

Segundo Aparecida, 12 casas estarão prontas até o fim de 2015. A previsão é que todas as capitais, exceto Recife, que não aderiu ao programa, tenham uma Casa da Mulher Brasileira até 2016.



Enfrentamento à violência

Além da Casa da Mulher Brasileira, o governo promove outras ações de enfrentamento à violência.

Entre elas, a ampliação da Central de Atendimento à Mulher – Disque 180, que realizou 4,1 milhões de atendimentos entre 2005 e 2014; ampliação do número de Centros de atendimento nas fronteiras secas, que estarão presentes em sete novas cidades, totalizando dez; aumento das unidades móveis para atendimento a mulheres em situação de violência no campo, na floresta e nas águas; entre outros.

Delegacia da Mulher

Outra novidade é o funcionamento da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), instalada dentro da Casa da Mulher Brasileira. O atendimento será 24 horas, todos os dias.

Segundo a delegada Rosely Molina, titular da Deam, “existe uma demanda reprimida de atendimento às mulheres que será solucionada com esta medida, que certamente irá melhorar e aprimorar a qualidade dos serviços que oferecemos hoje.”

Dados da Polícia Civil do estado indicam que mais de 40% dos registros de ocorrências e flagrantes realizados pelas Delegacias de Pronto Atendimento Comunitário (Depac’s) estão relacionados à violência doméstica contra a mulher.



Capital com a maior taxa de registros 

Campo Grande é a capital brasileira com a maior taxa de registros na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, de acordo com o Balanço Anual de 2014.

O estado apresentou a segunda maior taxa de registro entre as unidades federativas do País em 2014, só ficando atrás do Distrito Federal.

Mato Grosso do Sul teve a taxa de 91,61 atendimentos para um grupo de 100 mil mulheres, muito acima da média de taxas das unidades federativas (57,90).

Em 2014, houve uma cobertura de 83,33% dos municípios do estado, tendo recebido ligações de 65 dos 78 municípios sul mato-grossenses.

Prisões de agressores crescem 345% em Campo Grande nos últimos 4 anos

No combate à violência contra a mulher, a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande tem atuado fortemente na prisão de agressores.

Em 2014, foram 518 prisões efetivadas, 345% a mais que as 150 prisões efetivadas em 2011. Dessas 518 prisões, 84% (435) foram em flagrante.

Com mais de 18 mil atendimentos por ano, a Deam de Campo Grande registrou 5.966 ocorrências e instaurou 3.245 inquéritos (uma média de nove inquéritos instaurados por dia).

As medidas protetivas de urgência equivalem de 70 a 75% do total desses boletins de ocorrência registrados. Os BOs descrevem mais de um tipo penal, sempre se somam lesão corporal, ameaça, injúria e outros.

Entre 2012 e 2014, o número de homicídios consumados, que tiveram mulheres como vítimas, aumentou de três para 19 casos por ano. No mesmo período, o número de tentativas de homicídios contra mulheres baixou de 17 para 10 casos por ano.

Esses dados reforçam a importância de mecanismos de enfrentamento da violência contra as mulheres e a necessidade de implantação de novos serviços na rede de atendimento, tais como a Casa da Mulher Brasileira.

Após inaugurar a primeira Casa, o governo federal trabalha para lançar mais 25 espaços como esse pelo País até o final de 2016, todas financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

De acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) outras 11 Casas serão inauguradas este ano: em Brasília, Curitiba, São Luís, Boa Vista, Fortaleza, Salvador, Vitória, São Paulo, Rio Branco, Palmas e Maceió. 

Fonte: 
Portal Brasil 
Programa de Aceleração do Crescimento 
Blog do Planalto
Secretaria de Políticas para as Mulheres

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Cursos a distância em Segurança Pública


Profissionais de Polícia Civil, PM, Corpo de Bombeiros, órgão de Perícia Criminal, Guarda Municipal, PF, PRF e Sistema Prisional de todo o país poderão se inscrever para 71 diferentes cursos a distância em Segurança Pública. As inscrições começam hoje (27) e vão até 2 de fevereiro. Cada aluno pode fazer até dois cursos. Saiba mais: http://bit.ly/1CdioKO
Ficou em dúvida? Envie e-mail para ead.senasp@mj.gov.br

fonte: facebook/Ministério da Justiça


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

População pode fazer denúncias através do novo WhatsApp da Delegacia de Furtos e Roubos

14/01/2015


A Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) de Curitiba agora tem uma nova ferramenta para receber denúncias e informações sobre crimes: um número de WhatsApp. O delegado Osmar Antônio Dechiche, que recentemente assumiu a delegacia, estabeleceu este novo contato de comunicação com a sociedade esta semana e já vem recebendo respostas positivas. “Tenho conhecimento de trabalho parecido que funciona de maneira satisfatória na Bahia. Temos que aproveitar todas as oportunidades que a tecnologia nos oferece”, disse Dechiche.

O delegado contou que o número de WhatsApp 98-157-157 é uma alusão ao artigo 157 do Código Penal Brasileiro, que trata justamente do crime de roubo. “É um número fácil de lembrar”, destacou.

O titular da DFR explicou que através do WhatsApp a população pode denunciar crimes, autores de crimes, enviar informações e até mesmo fotos de suspeitos, sempre numa parceria que colabora com o serviço policial. “E assim como no 181 o denunciante pode ficar absolutamente tranquilo que sua identidade será mantida sempre no anonimato”, explicou Dechiche.

fonte:PC.PR

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Encerramento da Cobrança de Impostos sobre salários dos agentes de segurança pública


Tema Central ■
Encerramento da cobrança de impostos sobre os salários de agentes de segurança, policiais civis e militares.
Importância ■
A população brasileira aqui representada, em apoio aos profissionais que fazem nossa segurança arriscando suas vidas em defesa dos cidadãos de bem, assim como de nossas propriedades e da própria soberania nacional, fazem requerimento de que, não vemos necessário que sejam cobrados imposto algum sobre o salário destes servidores ( Militares das forças do exército, marinha e aeronáutica, bem como forças auxiliares e policiais civis ) . Vemos a necessidade por meio deste de também homenagear nossas forças públicas de segurança, ocupada por homens e mulheres que muitas vezes arriscam sua própria integridade física para o mantenimento da ordem pública e das leis.

fonte: http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaopropostaaudiencia?id=16461

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Deputados gaúchos aprovam importantes projetos para a PC


Fruto de intensa pressão e negociação com o governo do estado, os projetos PLC232/14 e PL234/2014 foram votados nesta terça-feira, dia 16 de dezembro, na Assembleia Legislativa.

Aprovados por unanimidade, estes projetos representam um passo importante para a qualificação dos policiais civis gaúchos.

O PLC 232 2014, do Poder Executivo, dispõe sobre a promoção extraordinária dos cargos efetivos da Polícia Civil, nos casos de falecimento; de reconhecimento do quadro de invalidez, total ou parcial, permanente, e de prática de ato de bravura, quando em ações policiais.

Votacao_Alergs_1Emenda do líder do governo, deputado Valdeci Oliveira (PT), acrescenta à proposta original uma emenda, pela qual os efeitos da lei podem ser estendidos aos policiais dispensados ou licenciados para o desempenho de mandato classista, computando o tempo de exercício do mandato para fins de aposentadoria especial.

Já o PL 234 2014, do Executivo, trata sobre a acumulação de cargo de servidor policial e de professor, desde que haja compatibilidade de horários.

fonte:http://www.omorroenosso.com.br/ugeirm/wordpress/?p=243

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

CCJ aprova prioridade para uso de armas não letais por policiais


19/11/2014

Marcelo Crivella, autor do projeto original, destacou aumento da violência policial Geraldo Magela/Agência Senado
O uso de armas não letais poderá ter prioridade sobre as armas de fogo na ação policial, desde que não coloque em risco a vida dos policiais, conforme substitutivo da Câmara ao PLS 256/2005, aprovado nesta quarta-feira (19) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Armas não letais, de acordo com o texto, têm baixa probabilidade de causar mortes ou lesões permanentes e são projetadas para conter, debilitar ou incapacitar pessoas temporariamente. São exemplo desse tipo de instrumento gás lacrimogêneo, balas de borracha, spray de pimenta e arma de eletrochoque, também conhecida como taser.

O autor do projeto, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), aponta o crescimento da violência na ação policial, resultando em grande número de mortes, em especial de jovens. Para reduzir as ocorrências e manter a integridade física de pessoas em abordagens policiais, ele sugere uma lei para disciplinar o uso da força pelos agentes de segurança, com prioridade para armas não letais.

Na Câmara, o texto aprovado no Senado foi ampliado e atualizado, conforme explicou o relator, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). Ele apresentou voto favorável ao substitutivo, para incentivar a adoção de tecnologias de imobilização como opção às armas de fogo.

– Têm ocorrido casos no Brasil em que um agressor, um assaltante ou um criminoso, já detido, é atacado por arma letal – argumentou o relator.

De acordo com o texto, será proibido o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada ou contra veículo que desrespeite bloqueio policial, desde que a situação não represente risco de morte ou de lesão a policiais e a terceiros.

A classificação e a utilização dos instrumentos não letais deverão constar de regulamento do Poder Executivo. O substitutivo prevê ainda como dever do poder público fornecer as armas não letais aos agentes de segurança pública e oferecer formação específica para sua utilização.

E sempre que o uso da força policial resultar em pessoas feridas, deverá ser assegurada a imediata prestação de socorro médico, bem como a comunicação do ocorrido à família das vítimas.

Com a aprovação pela CCJ, o substitutivo ao PLS 256/2005 vai ao exame do Plenário.

Fonte: Agência Senado

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Delegada de polícia recebe o prêmio de valorização à vida concedido pelo Ministério da Justiça homenagem

Publicado em 08/12/2014 

No dia 3 de dezembro último, a delegada Sônia Dall'Igna, diretora da Divisão de Prevenção e Educação - DIPE/DENARC, recebeu a honraria denominada "Mérito pela Valorização da Vida", conferida pelo Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Políticas sobre drogas -SENAD, durante o evento de entregas de medalhas para policiais com 20 e 30 anos de Polícia Civil. O Diploma "Mérito pela Valorização à Vida" foi concedido em reconhecimento a sua significativa contribuição nas ações de implementação e fortalecimento da Política Nacional sobre Drogas, e pela atuação permanente como membro representante da Polícia Civil no Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas, no qual destacou-se pela intensa colaboração nos assuntos relacionados ao tema. À frente da DIPE/DENARC, a titular e sua equipe percorreu todo o Rio Grande do Sul, com palestras preventivas e exposição fotográfica, levando conhecimento às populações de todas as camadas sociais, especialmente escolas, empresas públicas e privadas, lideranças comunitárias, Exército Brasileiro, entre outros, atingindo, de 2011 a 2014, aproximadamente 90 mil capacitados.

Fonte: PC.RS